Não critique o ISLÃ, você pode ser punido. A coisa está crescendo.

Não critique o ISLÃ, você pode ser punido. A coisa está crescendo

Em setembro passado, um homem chamado Mark Feigin postou cinco comentários na página de um centro islâmico no Facebook. Os comentários eram criticando o Islã.

Ele postou:  “QUANTO MAIS MUÇULMANOS NÓS DEIXARMOS ENTRAR NOS ESTADOS UNIDOS… MAIS TERRORISMO TEREMOS”. Ele disse que o Islã é “perigoso” e que “não há lugar para o Islã na civilização ocidental”.

Isso bastou para que em 20 de dezembro, o Estado da Califórnia entrou com uma ação contra Feigin, acusando-o de infringir o código penal que em um determinado trecho reza o seguinte:

“Qualquer um que com a intenção de importunar ou assediar faz repetidas chamadas telefônicas ou contata repetidas vezes alguém por meio de um dispositivo eletrônico é considerado culpado de contravenção penal”.

O gabinete da procuradoria do estado disse que Feigin é um criminoso porque “assediou repetidamente” pessoas cuja religião ele desejava “zombar e denegrir”.

Se o estado da Califórnia agisse assim em relação a outros casos certamente centenas de pessoas seriam processadas todos os dias porque atacam nas redes sociais sites da igreja católica ou evangélica, ou religiões afro nos EUA. Mas, ao que parece, há uma onde de proteção ao islã crescendo em todo o planeta.

Precisamos falar sobre isso. A coisa está acontecendo no Brasil também.

Observatório da Rede

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