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Militares e o PL 1645 – Suboficiais, sargentos e oficiais de quadros auxiliares falam sobre o assunto.

Ofício já foi encaminhado ao DEPUTADO BALEIA ROSSI para mudança no PL 1645

Importante movimento ocorre entre militares de médios postos e graduações.

Alguns áudios muito importantes

Militares e a participação política

Desde os anos 60 não se percebe uma participação tão ativa de militares das Forças Armadas na política brasileira. O partido “da preferência” é o PSL, sigla escolhida na última hora pelo atual Presidente da República e que serviu de base para que se consagrasse como vencedor das eleições presidenciais. Porém, há militares que foram eleitos por outras siglas, para os mais diversos cargos.

Além de instâncias federais, como a Câmara dos Deputados, onde há dois generais ocupando cadeiras, há parlamentares militares em várias outras casas. Cita-se, por exemplo, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio, onde a sargento Alana Passos ocupa uma cadeira, a Assembléia do Estado do Paraná, onde hoje trabalha o deputado subtenente Everton, também do Exército e a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, onde o tenente-coronel Zucco hoje é deputado estadual. Aliás, Zucco foi o mais votado.

Alguns acham que a vitória de Wilson Witzel nas eleições no Rio de Janeiro se deve a sua aceitação diante do público das forças armadas. Logo no início da campanha foi fotografado com militares da reserva e em eventos militares.

O comportamento dos militares sem dúvida é muito observado. Muitas vezes, sem que eles mesmos saibam, são grandes influenciadores em suas comunidades, igrejas, condomínios etc.

Vivemos um momento delicado, não há como fugir disso. A percepção dos mandatos dos deputados militares será decisiva para os rumos que a política partidária relacionada aos mesmos tomará daqui por diante. Sem oportunidade de qualquer atuação política direta enquanto na ativa, os militares que se apresentarão para concorrer nos próximos pleitos dependem muito da atuação política dos que no momento ocupam cargos eletivos.

As próximas eleições, em 2020 (para vereadores e prefeitos), certamente vão nos proporcionar uma visão sobre como a sociedade terá percebido a atuação política dos militares no intervalo de tempo janeiro 2019 a outubro 2020. Militares graduados tem intensificado sua atuação política no sentido de se organizar na busca por melhorias em projetos de lei e muita gente acredita que isso pode acabar influindo já nas próximas eleições, com o aumento de graduados disputando cadeiras nos legislativos municipais.

A responsabilidade de um político militar vai além do que se espera de um político “comum”. O juramento de dar a vida em favor do país e o compromisso de manter o bom nome da força vai muito mais longe do que a responsabilidade com siglas partidárias. Se o presidente errar, se os deputados-militares errarem – por ação ou omissão – ou se envolverem em qualquer escândalo político, por menor que seja, a visão da sociedade acerca do potencial dos militares-políticos pode mudar completamente e – indo um ouço mais longe – a própria visão sobre as forças armadas pode ser comprometida.

Isso não será bom para o país.

Encontrado na internet, de autoria de Robson Augustto

Observatório da Rede

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