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Sem roupa lavada de graça / Capitão-presidente corta PRIVILÉGIOS DE GENERAIS

Com um capitão no comando o governo CORTA privilégios de generais

A questão da exploração e assédio moral contra militares das forças armadas feita por oficiais generais não é nova. Todos os militares sabem que sargentos que exercem funções de motoristas e taifeiros nas casas dos generais, almirantes e brigadeiros são usados para tarefas domésticas. Processos e mais processos se acumulam sobre esse assunto e foi preciso que um capitão assumisse o comando do país para que a coisa fosse tratada de forma mais contundente.

Dentro dos quartéis, como disse um site militar, os taifeiros sofrem com as brincadeiras sobre lavar cuecas de generais etc.

Muitos militares se sentem explorados, mas a questão tem um outro lado. Muitos acham cômodo servir a generais e suas madames, justamente porque estando a seu serviço ficam longe de escalas apertadas, serviço armado etc. E – obviamente – ao bem servi-los, sem reclamação, têm maior possibilidade de ser transferidos para vários locais do país acompanhando seus “patrões”.

Pelo que se sabe os oficiais generais normalmente não passam mais que dois anos em algum local.

A indenização por movimentação para um sargento normalmente é maior que 20 mil reais e é – todos sabem – uma das poucas formas de se conseguir um dinheiro extra enquanto na ativa.

Veja o texto do Ministro da Defesa, certamente por ordem do Presidente da República, proibindo o uso dos taifeiros como empregados domésticos de oficiais generais.

PORTARIA NORMATIVA N º 29/GM-MD, DE 3 DE MAIO DE 2019 –

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso das atribuições que lhe são conferidas no inciso I do parágrafo único do art. 87 da Constituição, resolve:

Art. 1º As Forças Armadas são responsáveis pelo desempenho de atividades relativas ao serviço de taifa nas residências ocupadas por autoridades que exerçam de natureza política, de direção, chefia ou comando, sendo empregado em situações de cunho representativo, vedada a sua realização em atividades particulares. Parágrafo único. Atos dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e do Secretário-Geral do Ministério da Defesa indicarão, no âmbito das orças Armadas e do Ministério da Defesa, respectivamente, as autoridades que detenham a prerrogativa do serviço de taifa a que se refere o caput.

Art. 2º O serviço de taifa prestado em residências oficiais possui natureza não regular e compreende as atividades de cozinha, de copa, de arrumação e de organização de eventos oficiais e serão cumpridas sem prejuízo de outras atribuições inerentes à condição de militar.

Art. 3º O serviço de taifa não poderá ser executado nos imóveis ocupados por autoridades no desempenho de função no exterior.

Art. 4º Esta Portaria Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Observatório da Rede

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