Empresa criticada por utilizar modelo em traje de banho enfrenta FEMINISTAS – Desafio Alezzia

Empresa de móveis de aço inoxidavel criticada por utilizar imagem de modelo de biquini é atacada na rede por feministas. A Alezzia não se dobrou à ditadura do politicamente correto e lança campanha para medir aceitação por parte do público.

imagem de modelo da alezzia

O mais interessante é que o slogam mais usado pelas feministas é "meu corpo minhas regras". Contudo, pelo que vimos, a maior parte das pessoas acha que as feministas exageram ao tentar impor à sociedade seus achismos e o que decidem que é apropriado para as mulheres brasileiras.

Ao que parece a empresa tem usado muito bem a notoriedade cada vez maior por conta da polêmica. A modelo Bia Zanetti, fotografada no ensaio que ganhou destaque nas redes declarou que foi contratada pela empresa para posar e que nada tem a ver com a polêmica que a cada dia cresce.

Um dos sites que criticou a empresa diz que usar mulheres é apelação e coisa de publicitários incapazes. Se é verdade não sabemos e nem nos cabe discutir. Vejo abaixo a crítica.

"É revoltante que a publicidade ainda utilize a mulher como mero objeto para vender seus produtos. Esse é um tema que foi incessantemente abordado durante esse ano, inclusive resultando numa mudança de postura de diversas marcas, que, finalmente, passaram a enxergar esse problema. Mas não a Alezzia"

O que sabemos é que vivemos em um país livre e se alguêm quiser contratar uma modelo e houver uma modelo para ser contratada o negócio pode ser feito e ninguém tem exatamente nada com isso.

Em vários comentários nas redes leitores do facebook ironicamente dizem que as feministas deveriam também criticar a empresa de chinelos havaianas por usar um modelo masculino com roupas de banho.

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Link para PARTICIPAR DO Desafio ALEZZIA

As feministas que criticaram a ALEZZIA têm sido alvo de chacota na internet. A própria empresa divulga postagens ironizando a briga comprada pelas chamadas "feminazis"

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Alguns comentários encontrados sobre o caso Alezzia

"Eu acho que a empresa, que contratou a modelo, não tem que dar explicações para ninguém. Quase todos os comerciais de carro tem mulheres bonitas, de bebida também. Elas estão ali porque querem receber para isso e as empresas pagam seus honorários. Esse bando de feministas chega ao extremo de tentar ditar até as posições que as mulheres devem usar para fazer sexo ou onde devem ou não raspar os pelos. Desde que vi a reportagem no site Observatório da Rede percebi que a Alezzia tem sido mais apoiada que rechaçada. Somos livres, quem não quiser ver a modelo, não olhe, quem não quiser posar de biquíni é só não posar."

Observatório da Rede