Militares CHINESES aprendem GUERRA NA SELVA com instrutores do Exército Brasileiro.

Militares CHINESES aprendem GUERRA NA SELVA com instrutores do Exército Brasileiro.

Os laços militares entre Brasil e China vem se estreitando ao longo dos últimos meses. Em julho um major brasileiro (Alexsander A. Conceição) terminou um curso de Comando e Estado Maior na China, na Nanjing Army Command College.

O militar brasileiro terminou como o primeiro colocado do curso.

Terminou na semana passada o estágio em guerra na SELVA realizado por militares chineses. A equipe brasileira foi composta pelo Capitão Charles P. Araújo, do 1º Batalhão de Infantaria de Selva; pelo Capitão Derek R. Brasil, do Centro de Instrução de Guerra na Selva; pelo Subtenente Mário P. C. Alves, do Comando de Fronteira de Roraima e 7º Batalhão de Infantaria de Selva; e pelo Subtenente Clemilson A. Lima, da Companhia de Comando da 12ª Região Militar. Os militares ministraram um Estágio de Operações na Selva para 50 Cadetes de Forças Especiais, na Academia de Forças Especiais do Exército Popular de Libertação, que fica na cidade de Guangzhou, na China.

Militares chineses fazem curso de guerra na selva com brasileiros

O Estágio teve mais de 200 horas de instrução que foram distribuídas em quatro fases: Vida na Selva, Técnicas Especiais e Módulo Didático de Patrulha e Operações.

O evento ficou marcado como a primeira participação de uma equipe de instrutores de Operações na Selva do Brasil em solo chinês. 

Dados e imagem de Aditância do Exército na China. Dados da Revista do Clube Militar. 

General diz que meios para reassumir o poder devem ser “rigorosamente pacíficos”.

General diz que meios para reassumir o poder devem ser “rigorosamente pacíficos”.

Os limites do entrechoque das vontades.

Caros amigos

Não fosse a crise, criada pela desonestidade e pela incompetência do PT e seus aliados, a etapa do pleno aparelhamento do estado e da cooptação dos oportunistas e inocentes úteis já teria sido completada no Brasil.

O caos mostrou a realidade e fez com que os menos ignorantes enxergassem o quanto foram ingênuos ou omissos face às suas obrigações políticas, provocando mudança no fiel da balança e a necessidade de alterar o que foi feito.

Resta saber se os desmascarados entregarão resignados os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do Sr Lula da Silva, já que o projeto de poder ditatorial do PT é mafioso e não incluiu a possibilidade de ser descoberto e rejeitado antes da hora.

Nossos vizinhos, também vítimas dos acordos espúrios arquitetados no Foro de São Paulo, seguem no mesmo caminho.  A afirmação de que “a América Latina vai ser toda comunista” está ruindo como as barragens que a partir de Mariana, em Minas Gerais, destroem, com lama e rejeitos, a vida, as lavouras, a fauna e a economia da região!

Como diz o ditado, “não há mal que sempre dure, nem há bem que nunca acabe” e está chegando o fim desse tempo e eles terão que sair. Aí fica a pergunta: “O que os fará entregar o poder? As urnas? A vontade do povo? A justiça? A lei e a ordem? Ou a força das Forças?”

A resposta é “não interessa”, porque, sejam quais forem os meios a serem empregados na retomada do poder, eles devem ser rigorosamente pacíficos, legais e legítimos.

A Sra Dilma Rosseff, o PT e seus aliados serão removidos para que os brasileiros, escaldados por seus próprios erros, façam novas escolhas.

O emprego dos meios legais, deve ser gradativo e judicioso de forma a evitar a aplicação de força que não a da lei e da ordem. A expectativa da sociedade, ordeira e pacífica, não deve privilegiar outra possibilidade.

A maioria do povo brasileiro tem deixado muito clara a sua vontade e, apesar de tudo que vê e sabe a respeito do aparelhamento e do comprometimento de parte significativa dos demais poderes da República,  deve dar crédito à prevalência do bom senso das autoridades constituídas para que não haja necessidade de chegar-se ao emprego da força legal para que os usurpadores desocupem suas posições, entreguem os cargos e tomem o rumo que já lhes conferiu o desprezo nacional!

Deus é justo e sabe que estamos fazendo a coisa certa e não nos inibe de rezar e de pedir-Lhe que não permita que o entrechoque das vontades ultrapasse os limites das manifestações pacíficas, das tribunas e dos tribunais.

Assim, repetindo Santo Inácio de Loyola, vamos continuar agindo como se tudo dependesse de nós e rezando como se tudo dependesse de Deus, porque a vitória será nossa!

General de Brigada Paulo Chagas. Publicado em https://genpaulochagas.wordpress.com/ 

Comandantes seriam analfabetos políticos ou há omissão por conveniência? Questão colocada por um Sociólogo / jurista.

Aos poucos percebe-se que a deposição de Dilma e sua equipe não deve acontecer. Há fortes indícios que a presidente tenha praticado ilícitos no governo passado e obtido a vitória nas eleições de 2014 com a ajuda de verbas ilícitas. Mas, sem uma pressão eficaz da sociedade está mais do que obvio que o PT continua no controle do país. Por conta dessa situação, um número cada vez maior de pessoas tem apelado aos millitares para que pressionem de alguma forma, forçando a renúncia, ou mesmo intervindo para que ocorra a deposição da presidente. Por outro lado, alguns dizem que os Comandantes das Forças Armadas seriam homens de confiança do governo, e que etes jamais moveriam uma pena contra o mesmo.

O artigo abaixo, do jurista Segio A. de Oliveira, levanta essa discusão de forma bastante interessante.

ANALFABETISMO POLÍTICO E JURÍDICO NOS COMANDOS MILITARES

O artigo 142 da Constituição tem sido o dispositivoda Carta Magna que mais ocupa espaço na mídia e na boca do povo,especialmente a partir da posse de Dilma Rousseff no Governo  ,em janeiro deste ano ,onde emergiram a maioria dos escândalos de corrupção na administração pública federal, do atual e do anterior governo, envolvendo um sem número de políticos e empresários.

Sabe-se que a melhor política legislativa leva em alta conta a compreensibilidade dos textos legais emitidos pelos Poderes Constitucionais,que não são feitos  exclusivamente para os profissionais que operam o direito compreenderem o significado  dos dispositivos legais. As leis ,e também as constituições,devem ser  elaboradas no mínimo para que as pessoas que não sejam analfabetas funcionais (sabem ler,mas não compreendem) possam entender  os seus mandamentos.

Em relação ao citado artigo 142 da CF,muita gente fala,maspoucos são os que entendem o seu real significado. No meio militar, fortemente atingido por esse artigo,essa compreensão se aproxima do ponto crítico. E isso não se justifica porque o seu conteúdo é claro como a luz do sol,não sendo privilégio dos “doutos” em direito a sua melhor interpretação. Mas se os comandos militares estão com alguma dificuldade para compreender o sentido do citado artigo,é evidente que nunca faltaria assessoria jurídica habilitada a fazê-lo.

O que está havendo, na verdade, é “medo”,ou covardia,parainterpretar corretamente  esse dispositivo constitucional ,ou  talvez “cumplicidade” com as manobras criminosas praticadas em grande escala pelo  Governo. Nem cogito da hipótese dos comandos militares serem “analfabetos funcionais”, visto apresentarem todos eles significativos currículos,cursos e aperfeiçoamentos de toda espécie,menos,talvez ,os que estivessem relacionados diretamente a esse tipo de discussão. Aí sim,eles talvez pudessem ser considerados“analfabetos funcionais.

Para que não se interprete mal o que foi escrito, esse “analfabetismo funcional” não atingiria as Forças Armadas como um todo,as “tropas”,a “caserna”,porém os seus comandos centrais,em Brasília,que só não sentam no colo desse Governo porque  ficaria “chato” perante as tropas. E também não são todos os comandos do Exército que compartilhamdessa postura de omissão. Mas mesmo que divergindo, eles têm que ficar “quietinhos”. Não podem se manifestar. Não estenderam a eles o direito de livre manifestação do pensamento ,assegurado pela Constituição     até aos “cachorros de rua”.

O recente caso do afastamento do Comandante Militar do Sul, GeneralHamilton   Mourão,provocado pelo Senador Aloysio Nunes,ex-capangado terrorista Carlos Marighella,por expressar a sua opinião  política, foi um verdadeiro acinte contra a Constituição e ao que ainda  nos resta do propalado “estado-de-direito” As palavras ditas pelo general coincidiram com aquelas que as pessoas livres estão dizendo a todo instante. É a voz do povo. O que pretende o Senhor Ministro da Defesa e aSenhora Presidente da República? Um Exército de mudos ? De ratos?  De covardes?

Vamos,então,DISSECAR o artigo 142 da CF. O primeiro passo será destacá-lo da Constituição ,como se fosse o órgão de um cadáver, colocá-lo na mesa de “dissecação” ,analisá-lo e interpretá-lo.CF art.142: “As Forças Armadas, constituídaspela Marinha,pelo Exército e pela Aeronáutica,são instituições nacionais permanentes e regulares,organizadas com base na hierarquia e na disciplina,sob a autoridade suprema do Presidente da República,e destinam-se à defesa da Pátria,à garantia dos Poderes Constitucionais e,por inciativa de qualquer destes,da lei e da ordem “.

Dentre os milhares de provérbios que a sabedoria popular já concebeu,nos interessa particularmente“o diabo está no detalhe”. Quase todos estão interpretando erroneamente o artigo 142 da CF. Principalmente os comandos militares. Não se sabe ao certo se por “analfabetismo funcional” ,ou interesses próprios inconfessáveis. Pensam ,dizem  e escrevem que somente mediante acionamento de qualquer  dos Três Poderes poderiam INTERVIR,para efeitos do art.142 da CF. Estariam esperando,porventura,que a Presidente da República requisitasse as FFAA para intervir e derrubar ela mesma? Ou talvez que o Poder Legislativo ou o Judiciário fizessem essa requisição paraafastar Dilma,  de quem são cúmplices?  Piada,não?                                               

Uns chamam de intervenção constitucional, outros intervenção militar e alguns intervenção militar constitucional. Mas o correto seria INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL DO PODER INSTITUINTE DO POVO.  Conforme disposto no parágrafo primeiro do artigo 1º da Constituição, “Todo o poder emana do povo”.  Isso significa que o povo pode revogar a qualquer momento as normas jurídicas, inclusive disposições constitucionais e a própria constituição,que os parlamentares ou constituintes fizeram ,por representação,em seu nome. Nem mesmo para “cassar” mandatos eletivos o povo estaria impedido. A soberania do povo é plena e ilimitada. Está acima de qualquer dos poderes. Nesta hipótese ,as Forças Armadas serviriam tão somente de “instrumento” da soberania do povo,do seu poder  instituinteoriginário, mesmo porque seria certamente necessário o emprego de força,armada ou militar,para depor um governo que não tem mais as mínimascondições requeridas para continuar comandando o pais e se nega a abandonar seu posto por espontânea vontade, sem emprego de força. Esse direito do povo valeria mesmo que não tivesse havido fraude nas eleições de 2014,o que a cada dia que passa fica mais comprovado.

Mas para interpretar ao certo o dispositivo constitucional, primeiro é necessário saber ao certo o papel que tem a VÍRGULA na língua portuguesa. Parece que nem todos sabem. Vê-se que no art.142 da CF são 4 (quatro) as hipóteses para que possa ocorrer a INTERVENÇÃO. Os que não sabem, ou “fazem “que não sabem,o que estão lendo,colocam todas essas 4 hipóteses   no mesmo “saco”,ou seja,somente poderão ser acionadas mediante requisição de algum dos Três Poderes.

Está errado.  Se isso fosse verdadeiro,a redação da parte final do art.142 seria diferente: “As FFAA……….destinam-se à defesa da Pátria,à garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem,só podendo agir por iniciativa de qualquer dos Três Poderes. Ora, está bem claro que a intervenção para defesa da Pátria e garantia dos poderes constitucionais não necessita de requisição de algum dos Três Poderes, podendo ,e devendo, ser feita por iniciativa própria das Forças Armadas.Será necessário  essa requisiçãosomente nos casos de  atentados  à  LEI e à ORDEM.A” vírgula” dá o caminho da correta interpretação e da verdade.Basta não ser analfabeto funcional para ter essa compreensão.

Mas a confusão não termina aí. Conforme o parágrafo1º do art.142 da CF,deveria ser baixada uma regulamentação desse dispositivo através de lei complementar.   Essa regulamentação foi objeto da Lei Complementar Nº 97,de 9.6.99 (Governo FHC),só feita 11 anos após a CF. Aí os legisladores “trocaram os pés pelas  mãos”. Usaram e abusaram de poder delegislar,contrariando a constituição. No artigo 1º ,essa lei complementar repete “ipsis litteris” o art.142 da CF. Mas a partir daí começa uma avalanche de atentados à constituição. E o que impressiona é que com tantas instituições públicas encarregadas do controle das leis nenhuma delaslevantou o problema.

Contrariando o que preceitua a CF,o art. 15 dessa famigerada lei complementar Nº 97,diz que o emprego das Forças Armadas em todas as 4 (quatro) hipóteses de intervenção, é “de responsabilidade do Presidente da República…”. Esse artigo vai além da Constituição,dando poderes ao Presidente da República maiores que os aliprevistos. Mas também o parágrafo 1º desse artigo (15) concede ao Presidente da Repúblicaesses poderes em “monopólio”,concentrando somente em si o poder de decidir sobre o emprego das Forças Armadas. Recorde-se que a Constituição dá autonomiaa qualquer dos Poderes para decidir sobre a oportunidade da intervenção.

Com a demissão do General Mourão do Comando Militar do Sul perdeu-se uma ótima oportunidade de ser gestada a intervenção desejada por tantos. O clima esteve favorável como nunca. Bastaria uma convocação do general que certamente as tropas desse comando o apoiariam, com o povo da região aderindo em massa. Certamente outros comandos de outras regiões também adeririam, pois ao que parece aresistência remanescente,fiel ao governo,está situada na capital federal, o grande covil das falcatruas contra o povo.

Neste sentido poderia ser lembrado um precedente. Foi quando o General Machado Lopes,em 1961,Comandante do 3º Exército (atual Comando Militar do Sul) divergiu do Comando Central e apoiou a posse de João Goulart,que era vice de Jânio Quadros,no episódio que ficou conhecido como “Resistência da Legalidade”.

Sérgio Alves de Oliveira

Sociólogo e Advogado

Intervencionistas são BURROS? Não seria exagero e grosseria dizer isso? Ainda não vimos Reinaldo Azevedo chamar petistas de Burros.

Intervencionistas são BURROS? Não seria exagero e grosseria dizer isso? Ainda não vimos Reinaldo Azevedo chamar petistas de Burros.

intervencionistas burros reinaldo

O caso general Mourão fez reacender a discussão sobre a participação dos militares na política. Os campos de comentários da VEJA novamente lotaram de colocações sobre militares, intervenção, ditadura etc. E isso parece que irritou o articulista Reinaldo Azevedo. Reinaldo parece que perdeu a paciência e, em texto publicado na VEJA ONLINE, chama de BURROS aqueles que lutam para que os militares realizem uma nova intervenção. 

Sim, é verdade que Reinaldo Azevedo faz parte do exército de formadores de opinião que nesses últimos dois anos tem ajudado a sociedade a construir pilares que hoje fazem com que esquerdistas sejam derrotados em qualquer debate filosófico. Hoje as publicações mais vendidas, os sites mais acessados e os programas com maior audiência são alinhados com posições de direita, liberais ou conservadoras. Mas, fazer parte desse processo de construção não nos dá respaldo para fazer pouco caso ou taxar de ignorante qualquer pessoa que tenhoa posicionamentos político-ideológicos diferentes do nosso.

Será que isso pega? Há algumas semanas foi Olavo de Carvalho que fez isso. Chamou um general de frouxo e disse que deveria usar roupas íntimas femininas simplesmente pelo faço do militar ter explicado que o decreto 8515 não mudaria tanto assim a burocracia das Forças Armadas e que não era o tal “golpe final” do comunismo.

Reinado Azevedo disse nessa sexta (30/10/2015), em seu blog na VEJA ONLINE: “O sujeito que defende golpe militar é tão adversário meu quanto qualquer esquerdista golpista, do PT ou de qualquer outro partido. Não me confundam! De resto, o general Mourão atentou contra dois dos pilares das Forças Armadas: hierarquia e disciplina. Não fossem eles, por que as sociedades dariam a milhares de homens o monopólio do uso legal da força e das armas? Para que os armados decidissem quando intervir ou não? Que lixo de pensamento!”

É verdade que qualquer extremismo deve ser censurado. Assim como há em pleno sec. XXI esquerdistas que fazem apologia ao “paredon”, há sim intervencionistas que exageram e também falam em violência contra esquerdistas. Contudo, é obvio que são exceção. A maior parte se atém a discutir na internet e participar de manifestações pedindo aos militares que deponham o governo do PT.

Ora. Se o próprio Reinaldo diz em seus textos que a ação dos militares foi o que impediu que o comunismo fosse aqui imposto, não seria de esperar que pessoas achem que isso pode dar certo novamente? Some-se a isso o facto dos protagonistas atuais da destruição do país terem feito parte do mesmo time que foi derrotado pelos militares nos anos 60/70/80.

Assim como é direito de qualquer pessoa exigir o impeachment, também é direito exigir uma intervenção. Aliás, estamos (ainda) em um país livre e qualquer pessoa pode desejar e pedir qualquer coisa.

Se eu concordo ou discordo, a história é outra. Trata-se aqui do "direto de dizer" e de defender uma posção.

Ainda que seja o absurdo dos absurdos devemos lutar para que todos continuem tendo o direito de dizer o que desejam. 

Retirar a humanidade e qualificar como um animal (burros) aqueles que de mim divergem me torna praticante de autoritarismo similar ou pior do que os impostos nos piores momentos por que passou a humanidade.

Reinaldo errou.

Observador

 

General foi PUNIDO. Uns comemoram, outros dizem que Exército prepara reação.

O general Mourão ainda não foi exonerado, mas deve ser. Deve ganhar uma mesa, sem tropa. A decisão é da Presidente da República. Por enquanto o documento elaborado pelo Comandante do Exército é apenas uma sugestão.

A esquerda, sem fazer alarde, obtém mais uma vitória. Aloysio Nunes, que elaborou o requerimento do Senado exigindo explicações, deve estar sentindo um gostinho especial, já que no passado foi sancionado pelos militares por ter feito parte de movimentos esquerdistas / terroristas nos anos 60. Sites esquerdistas e até alguns direitistas, como Reinaldo Azevedo, comemoraram nessa sexta-feira a queda de Mourão.

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Alguns sites sensacionalistas que tentam parecer "de direita" exploram a questão e já inventam que militares planejam uma reação por conta da exoneração de Mourão.

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Mas, nada há que indique qualquer reação. A verdade é que o Comandante do Exército, subordinado, não hesitou em fazer rapidamente o que foi determinado por Aldo Rebelo, atual Ministro da Defesa. E não adianta vir tentar convencer que foi uma transferência de rotina. No site da defesa Aldo Rebelo, abandonando qualquer ética, divulgou a ação e o que a motivou. Isso já é uma sanção, uma exposição publica.

A defesa deixou bem claro que a exoneração foi uma "providência" por conta das reclamações causadas pelas verdades ditas pelo General Mourão.

"Na semana passada, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, antecipou ao ministro Aldo Rebelo que tomaria as providências, o que foi tornado público nesta quinta-feira (Informex no 36).” 

A direita tem que se organizar em torno de veículos sérios. Enquanto houver boataria e factoides nada de concreto vai se conseguir contra a quadrilha que ocupa o Planalto Central.

Observador.